LIVRETO CELEBRATIVO | Posse Canônica do VIII Bispo Diocesano

 


CELEBRAÇÃO EUCARISTICA

COM RITO DE

POSSE CANÔNICA DO
VIII BISPO DIOCESANO

DIOCESE DE ITAGUAÍ
CATEDRAL DSÃO FRANCISCO XAVIER
X.VIII.MMXXV
__________________________________

TOMADA DE POSSE 
DO BISPO DIOCESANO
RECEPÇÃO NA PORTA DA IGREJA

RECEPÇÃO

O Bispo, de vestes corais, é recebido à porta da igreja catedral pelo reitor da igreja, revestido de pluvial. Este apresenta-lhe o Crucifixo a beijar, e a seguir o aspersório da água benta, com o qual o Bispo se asperge a si mesmo e aos presentes.

ENTRADA

O Bispo adentra na igreja, enquanto canta-se UM cântico apropriado.

ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO

Depois, convém que o Bispo seja conduzido à capela do Santíssimo Sacramento, que adora, de joelhos, por alguns momentos. 

PARAMENTAÇÃO

Em seguida, dirige-se para a sacristia, onde o mesmo Bispo, o Bispo Legado e sacerdotes concelebrantes, diáconos e restantes ministros se paramentam para a Missa, que será celebrada segundo o rito estacional.

PROFISSÃO DE FÉ E JURAMENTO DE FIDELIDADE

Seguindo o mandato do Santo Padre, o bispo eleito na sacristia, prossegue:

Eu, Gabriel Torres, creio firmemente e professo todas e cada uma das verdades contidas no Símbolo da Fé, a saber:
Creio em um só Deus, Pai Todo-Poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus: e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem.
Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.
Com firme fé também creio tudo o que na palavra de Deus escrita ou transmitida se contém e que é proposto como divinamente revelada e de fé pela Igreja, quer em solene definição, quer pelo magistério ordinário e universal.
Firmemente também acolho e guardo todas e cada uma das afirmações que são propostas definitivamente pela mesma Igreja, a respeito da doutrina sobre a fé e os costumes.
Enfim presto minha adesão com religioso acatamento de vontade e inteligência as doutrinas enunciadas, quer pelo Romano Pontífice, quer pela Conferencia dos Bispos, ao exercer o Magistério autêntico, ainda que não sejam proclamadas por ato definitivo.
O novo Bispo impondo sua mão direita sobre o evangeliário, diz:
Eu, Dom Gabriel Torres, ao assumir o Ofício de Bispo da Diocese de Itaguaí, prometo conservar sempre a comunhão com a Igreja Católica, tanto em palavras por mim proferidas quanto em meu procedimento.

Com grande diligência e fidelidade, desempenharei o ministério episcopal que me foi confiado em função da Igreja, tanto universal quanto particular, na qual, conforme as normas do direito, sou chamado a exercer meu ofício.

Guardarei íntegro o depósito da fé, transmitindo e explicando-o fielmente; evitarei, portanto, qualquer doutrina que a ele seja contrária.

Hei de promover a disciplina comum de toda a Igreja, zelando pela observância de todas as leis eclesiásticas, sobretudo as contidas no Código de Direito Canônico.

Com cristã obediência seguirei o que declaram os sagrados pastores, como autênticos doutores e mestres da fé, e o que estabelecem como orientadores da Igreja. Prestar-lhes-ei fiel auxílio para que a ação apostólica, a ser exercida em nome e por mandato da Igreja, se realize em comunhão com a mesma Igreja.

Assim Deus me ajude e os Santos Evangelhos que toco com minhas mãos.

EUCARÍSTICA CELEBRAÇÃO

RITOS INICIAIS

CANTO DE ENTRADA
 
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.
O Bispo legado e os demais ministros fazem a inclinação ao altar. Em seguida, o Bispo e demais concelebrantes beijam o altar em sinal de veneração e o Bispo legado incensa a cruz e o altar. Terminada a incensação, o Bispo legado dirige-se para a cátedra. 

SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Dom Luan: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.

Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Dom Luan: A paz esteja convosco.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O Bispo senta-se e recebe a mitra.

LEITURA DA BULA DE NOMEAÇÃO

Um dos diáconos ou um dos presbíteros concelebrantes apresenta as Letras Apostólicas ao Colégio dos Consultores na presença do Chanceler da Cúria.

A seguir, do ambão, lê ao povo as referidas Letras Apostólicas, que todos escutam sentados.

DOM LUAN SOUZA CARDEAL DOS SANTOS
ADMINISTRATOR APOSTOLICUS

Ao dileto irmão, Gabriel Torres,
nomeado Bispo Diocesano de Itaguaí, e a todos que desta tomarem
conhecimento, saudação e bênção, da parte de Deus.

O Senhor Jesus Cristo, Pastor Eterno da Igreja, confiou aos Bispos, sucessores dos Apóstolos, a missão de apascentar o Povo de Deus, proclamando a Palavra, santificando os fiéis pelos Sacramentos e guiando-os com prudência pastoral. Consciente desta sublime responsabilidade, é dever do Administrador Apostólico prover, conforme as necessidades de cada porção do Povo de Deus, pastores dignos e zelosos que, junto aos demais prelados, colaborem na edificação do Corpo de Cristo.

Considerando a necessidade de um Bispo Prelado para a Prelazia de Fortaleza, reconhecendo o mérito, as qualidades pastorais e a reta disposição de S. Ex.ª, Gabriel Torres, que tem se destacado pelo zelo apostólico, prudência no ministério e fidelidade à Santa Igreja, decidimos, com a autoridade de nossa função apostólica, elevá-lo ao episcopado.

Assim, nomeamo-lo Bispo Diocesano da Diocese de Itaguaí, conferindo-lhe todas as dignidades inerentes a este ministério episcopal, segundo as normas estabelecidas pelo Código de Direito Canônico e as veneráveis tradições da Igreja.

Encorajamos-te a abraçar este novo encargo com humildade e total dedicação, recordando sempre que o ministério episcopal é um serviço ao Povo de Deus. Que se esforce anunciando a Palavra com clareza, administrando os sacramentos com reverência e guiando o rebanho com caridade pastoral, de modo a edificar a Igreja nesta porção tão importante do Brasil.

Confiamos à acolhida e às orações dos fiéis, religiosos e clérigos desta Prelazia o novo Bispo, para que, sob a luz do Espírito Santo, o eleito possa exercer dignamente a missão a ele confiada.

Invocamos sobre o eleito a proteção de nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil, e de todos os santos e mártires que adornam a história da fé deste povo, rogando a Deus que o assista em seu ministério e o fortaleça em suas responsabilidades.

Por fim, rogamos a Virgem Maria, Mãe da Igreja, aos santos todos e a milícia celeste, para que envolvam esta obra de evangelização e busca incessante por vocações para Mãe Igreja. Enviamos, com filial cuidado por esta igreja, nossa bênção paternal e saudação afetuosa.

Dado e passado em Roma, aos treze dias do mês de Julho de dois mil e vinte e cinco, sob nosso sinal e selo de nossas armas.

 Luan Souza Card. Dos Santos
Administrator Apostolicus

No fim, todos aclamam: 
℟.: Graças a Deus.

Feito isto, o bispo senta-se na cátedra e, a partir deste momento, preside a Santa Missa, enquanto isso, canta-se.

ALOCUÇÃO DE SAUDAÇÃO AO BISPO
 
Se for costume, o reitor da igreja ou um membro do colégio de consultores dirige uma saudação ao Bispo.

SAUDAÇÃO AO BISPO

Em seguida, de acordo com os costumes locais, o cabido e pelo menos parte do clero, e alguns fiéis e, se for oportuno, a autoridade civil porventura presente, aproximam-se do seu bispo, para lhe manifestarem obediência e respeito.

HINO DE LOUVOR
 
Canta-se ou recita-se em seguida o hino:
Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por ele amados. Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai todo-poderoso: nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo, só vós, o Senhor, só vós, o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.

ORAÇÃO COLETA

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Bispo: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração coleta.
Deus eterno e todo-poderoso, a quem, inspirados pelo Espírito Santo, ousamos chamar de Pai, fazei crescer em nossos corações o espírito de adoção filial, para merecermos entrar um dia na posse da herança prometida. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(Sb 18, 6-9)

Leitor: Leitura do Livro da Sabedoria
Anoite da libertação fora predita a nossos pais, para que, sabendo a que juramento tinham dado crédito, se conservassem intrépidos. Ela foi esperada por teu povo, como salvação para os justos e como perdição para os inimigos. Com efeito, aquilo com que puniste nossos adversários, serviu também para glorificar-nos, chamando-nos a ti. Os piedosos filhos dos bons ofereceram sacrifícios secretamente e, de comum acordo, fizeram este pacto divino: que os santos participariam solidariamente dos mesmos bens e dos mesmos perigos. Isso, enquanto entoavam antecipadamente os cânticos de seus pais.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
(Sl 32(33))

— FELIZ O POVO QUE O SENHOR ESCOLHEU POR SUA HERANÇA!

— Ó JUSTOS, ALEGRAI-VOS NO SENHOR! AOS RETOS FICA BEM GLORIFICÁ-LO. FELIZ O POVO CUJO DEUS É O SENHOR E A NAÇÃO QUE ESCOLHEU POR SUA HERANÇA!

— MAS O SENHOR POUSA O OLHAR SOBRE OS QUE O TEMEM, E QUE CONFIA EM ESPERANDO EM SEU AMOR, PARA DA MORTE LIBERTAR AS SUAS VIDAS E ALIMENTÁ-LOS QUANDO É TEMPO DE PENÚRIA.

—  NO SENHOR NÓS ESPERAMOS CONFIANTES, PORQUE ELE É NOSSO AUXÍLIO E PROTEÇÃO! SOBRE NÓS VENHA, SENHOR, A VOSSA GRAÇA, DA MESMA FORMA QUE EM VÓS NÓS ESPERAMOS!

SEGUNDA LEITURA
(Hb 11, 1-2. 8-19; forma breve: 11, 1-2. 8-12)

Leitor: Leitura da Carta aos Hebreus
Irmãos: A fé é um modo de já possuir o que ainda se espera, a convicção acerca de realidades que não se veem. Foi a fé que valeu aos antepassados um bom testemunho. [Foi pela fé que Abraão obedeceu à ordem de partir para uma terra que devia receber como herança, e partiu, sem saber para onde ia.

Foi pela fé que ele residiu como estrangeiro na terra prometida, morando em tendas com Isaac e Jacó, os coerdeiros da mesma promessa. Pois esperava a cidade alicerçada que tem Deus mesmo por arquiteto e construtor. Foi pela fé também que Sara, embora estéril e já de idade avançada, se tornou capaz de ter filhos, porque considerou fidedigno o autor da promessa. É por isso também que de um só homem, já marcado pela morte, nasceu a multidão “comparável às estrelas do céu e inumerável como a areia das praias do mar”.]

Todos estes morreram na fé. Não receberam a realização da promessa, mas a puderam ver e saudar de longe e se declararam estrangeiros e migrantes nesta terra. Os que falam assim demonstram que estão buscando uma pátria, e se se lembrassem daquela que deixaram, até teriam tempo de voltar para lá. Mas agora, eles desejam uma pátria melhor,
 isto é, a pátria celeste. Por isto, Deus não se envergonha deles, ao ser chamado o seu Deus. Pois preparou mesmo uma cidade para eles. Foi pela fé que Abraão, posto à prova, ofereceu Isaac; ele, o depositário da promessa, sacrificava o seu filho único, do qual havia sido dito: “É em Isaac que uma descendência levará o teu nome”. Ele estava convencido de que Deus tem poder até de ressuscitar os mortos, e assim recuperou o filho - o que é também um símbolo.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.


ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
(Aleluia!)

ALELUIA, ALELUIA,
ALELUIA, ALELUIA!

É PRECISO VIGIAR E FICAR DE PRONTIDÃO;
EM QUE DIA O SENHOR HÁ DE VIR, NÃO SABEIS, NÃO!

ALELUIA, ALELUIA,
ALELUIA, ALELUIA!

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.

EVANGELHO
(Lc 12, 32-48; forma breve: Lc 12, 35-40)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.
O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:
℣.Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
℣.
Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: “Não tenhais medo, pequenino rebanho, pois foi do agrado do Pai dar a vós o Reino. Vendei vossos bens e dai esmola. Fazei bolsas que não se estraguem, um tesouro no céu que não se acabe; ali o ladrão não chega nem a traça corrói. Porque onde está o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração.

[Que vossos rins estejam cingidos e as lâmpadas acesas. Sede como homens que estão esperando seu senhor voltar de uma festa de casamento, para lhe abrirem, imediatamente, a porta, logo que ele chegar e bater.

Felizes os empregados que o senhor encontrar acordados quando chegar. Em verdade eu vos digo: Ele mesmo vai cingir-se, fazê-los sentar-se à mesa e, passando, os servirá. E caso ele chegue à meia-noite ou às três da madrugada, felizes serão, se assim os encontrar!

Mas ficai certos: se o dono da casa soubesse a hora em que o ladrão iria chegar, não deixaria que arrombasse a sua casa. Vós também, ficai preparados! Porque o Filho do Homem vai chegar na hora em que menos o esperardes”.]

Então Pedro disse: “Senhor, tu contas esta parábola para nós ou para todos?” E o Senhor respondeu: “Quem é o administrador fiel e prudente que o senhor vai colocar à frente do pessoal de sua casa para dar comida a todos na hora certa? Feliz o empregado que o patrão, ao chegar, encontrar agindo assim! Em verdade eu vos digo: o senhor lhe confiará a administração de todos os seus bens. Porém, se aquele empregado pensar: ‘Meu patrão está demorando’, e começar a espancar os criados e as criadas, e a comer, a beber e a embriagar-se, o senhor daquele empregado chegará num dia inesperado e numa hora imprevista, ele o partirá ao meio e o fará participar do destino dos infiéis. Aquele empregado que, conhecendo a vontade do senhor, nada preparou, nem agiu conforme a sua vontade, será chicoteado muitas vezes. Porém, o empregado que não conhecia essa vontade e fez coisas que merecem castigo, será chicoteado poucas vezes. A quem muito foi dado, muito será pedido; a quem muito foi confiado, muito mais será exigido!”
℣.Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.

HOMILIA

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

PROFISSÃO DE FÉ
(Símbolo dos Apóstolos)

Pres.: Professemos a nossa fé.
℟.: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, Às palavras seguintes até da Virgem Maria, todos se inclinam. que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado. Desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus; está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja católica; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição da carne; na vida eterna. Amém.

ORAÇÃO DOS FIÉIS

Pres.: Caríssimos cristãos: Oremos, em nome de toda a humanidade, ao Senhor, nosso Deus e nosso Pai, dizendo (ou: cantando), com toda a confiança:
℟.: Ouvi, Senhor, a oração do vosso povo.

1. Pela santa Igreja católica, pequeno rebanho de Cristo, para que o Senhor a proteja em toda a terra e a mantenha pobre, vigilante e servidora, oremos. 

2. Pelos homens que governam as nações, para que estejam ao serviço dos mais pobres a quem falta o pão de cada dia, oremos.
 
3. Pelos Judeus, Muçulmanos e Cristãos, para que a fé que professam no Deus único os ensine a ser bons e a perdoar, oremos. 

4. Pelos que trabalham no campo e dele vivem, para que o Senhor lhes dê tempos favoráveis, colheitas abundantes e o dom da paz, oremos. 

5. Por todos nós aqui presentes em assembleia, para que Deus nos converta à sua Palavra e nos perdoe todos os pecados, oremos. 

Pres.: Senhor, nosso Deus, que nos mandais esperar a vossa vinda ocupados em ser bons administradores, não permitais que os nossos corações se afastem da riqueza verdadeira que sois Vós. Por Cristo Senhor nosso.
℟.: Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
(Muitos Grãos de Trigo)

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

1. MUITOS GRÃOS DE TRIGO SE TORNARAM PÃO.
HOJE SÃO TEU CORPO, CEIA E COMUNHÃO.
MUITOS GRÃOS DE TRIGO SE TORNARAM PÃO.

TOMA, SENHOR, NOSSA VIDA EM AÇÃO,
PARA MUDÁ-LA EM FRUTO E MISSÃO!
TOMA, SENHOR, NOSSA VIDA EM AÇÃO,
PARA MUDÁ-LA EM MISSÃO.

2. MUITOS CACHOS DE UVA SE TORNARAM VINHO.
HOJE SÃO TEU SANGUE, FORÇA NO CAMINHO.
MUITOS CACHOS DE UVA SE TORNARAM VINHO.

3. MUITAS SÃO AS VIDAS FEITAS VOCAÇÃO
HOJE OFERECIDAS EM CONSAGRAÇÃO.
MUITAS SÃO AS VIDAS FEITAS VOCAÇÃO.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração: depois, coloca o cálice sobre o corporal.

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.

CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que, trazendo ao altar as alegrias e fadigas de cada dia, nos disponhamos a oferecer um sacrifício aceito por Deus Pai todo-poderoso.
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Pres.: Nós vos pedimos, Senhor de bondade, santificai estes dons e, aceitando a oblação do sacrifício espiritual, fazei de nós mesmos uma eterna oferenda para vós. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

PREFÁCIO

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
℣.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
℣.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
℣.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Em vossa bondade criastes o homem e a mulher, e, com justiça condenados, em vossa misericórdia os salvastes, por Cristo, Senhor nosso. Por ele, os Anjos e Arcanjos e todas as forças celestes proclamam com alegria a vossa glória. Concedei também a nós associar-nos a seus louvores, cantando (dizendo) a uma só voz:

Santo...

ORAÇÃO EUCARÍSTICA I

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
que aceiteis e abençoeis + estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo,
de braços abertos, prossegue:
que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão com vosso servo o Papa Leão, em comunhão comigo vosso indigno servo, e todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.
A assembleia aclama:
Abençoai nossa oferenda, ó Senhor!

Memento dos vivos
1C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N.
une as mãos e reza em silêncio por aqueles que quer recordar.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.
A assembleia aclama:
Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

"Infra actionem"
2C: Em comunhão com toda a Igreja, celebramos o glorioso dia em que o Senhor Jesus venceu a morte e nos tornou participantes de sua vida imortal. Veneramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria, a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André, (Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião) e a de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção.
A assembleia aclama:
Em comunhão com vossos Santos vos louvamos!

sacerdote, com os braços abertos, continua:
Pres.: Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.
Une as mãos.

Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Pres.: Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.
A assembleia aclama:
Enviai o vosso Espírito Santo!

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Na véspera de sua paixão,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o pão em suas santas e veneráveis mãos, 
eleva os olhos,
elevou os olhos ao céu, a vós, ó Pai todo-poderoso, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu o pão e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:
Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou este precioso cálice em suas santas e veneráveis mãos, pronunciou novamente a bênção de ação de graças e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo!
A assembleia aclama:
℟.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.
A assembleia aclama:
Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
 
Une as mãos e, inclinando-se, diz:
Pres.: Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
Une as mãos.
A assembleia aclama:
O Espírito nos una num só corpo!

Memento dos mortos.
De braços abertos, diz:
3C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas, N. N. que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz.
Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.
De braços abertos, prossegue:
A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz.
Une as mãos.
A assembleia aclama:
Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

Bate no peito, dizendo:
4C: E a todos nós pecadores,
e, de braços abertos, prossegue:
que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não por nossos méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, (Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastácia) e de todos os vossos Santos.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor.
E prossegue:
Por ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós. 

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
℟.: Amém.

RITO DA COMUNHÃO

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

 sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.

FRACÇÃO DO PÃO

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.

Cordeiro...

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Somos continuamente entregues à morte,
por causa de Jesus, para que a vida de Jesus seja manifestada em nossa natureza mortal. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

 sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, faça se a oração de comunhão espiritual antes e logo em seguida inicia-se o canto da Comunhão.

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL

Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!

COMUNHÃO
Inicia-se então o canto da comunhão.

ANTÍFONA DA COMUNHÃO
(Cf. Sl 15, 11)

Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
℣.: Junto de vós, Senhor, está a fonte da vida, e em vossa luz veremos a luz.

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Pres.: O Senhor te cobrirá com sua sombra, sob suas asas encontrarás abrigo.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO PÓS COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Acompanhai, Senhor, com vossa constante proteção aqueles que restaurais com os dons do céu e, como não cessais de protegê-los, concedei que se tornem dignos da eterna redenção. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.


LEITURA DA ATA DA POSSE

Após a Oração depois da comunhão, o Chanceler do bispado, ou um outro presbítero designado, lê a Ata da Posse.

Ao décimo  dia do mês de agosto do ano Santo e Jubilar de dois mil e vinte e cinco, na Catedral Diocesana de São Francisco Xavier, situada na cidade de Itaguaí, Rio de Janeiro, realizou-se a Solene Concelebração Eucarística de Posse Canônica do Excelentíssimo e Reverendíssimo Dom Gabriel Torres como Bispo Diocesano desta Sé Episcopal de Itaguaí, nomeado pelo Administrador Apostólico, Cardeal dos Santos, conforme Decreto Apostólico datado de 13 de Julho  de 2025.

A cerimônia contou com a presença do Senhor Excelentíssimo Arcebispo Metropolitano de Santa Cruz, Dom Luan Cardeal dos Santos, que foi o bispo empossante, além de outros bispos, membros do clero diocesano, visitantes ilustres e uma expressiva participação dos fiéis.

O rito teve início às vinte  horas, no horário de Brasília, com a entrada solene do novo bispo, acompanhado pelo Sr. Cardeal dos Santos, Bispo empossante. Dom Gabriel Torres foi recebido de forma solene pelo clero da Sé Episcopal de Itaguaí e adentrou a igreja-catedral aspergindo o povo com água benta, em sinal de bênção e renovação.

A Solene Concelebração Eucarística iniciou-se com a saudação litúrgica e foi seguida pela apresentação e leitura da Bula de Nomeação, que oficializou a designação de Dom Gabriel Torres como Bispo Diocesano de Itaguaí. Em seguida, ele foi conduzido à Cátedra Episcopal, símbolo de sua autoridade como pastor e mestre da fé, sendo entronizado de forma oficial.

Após a entronização, Dom Gabriel Torres foi saudado pelos bispos presentes, pelo clero diocesano e pelos fiéis reunidos, marcando o início de seu pastoreio.

A Santa Missa seguiu com Dom Gabriel Torres  presidindo a Santíssima Eucaristia. Durante a celebração, ele proferiu sua primeira homilia como pastor da Diocese de Itaguaí, destacando sua gratidão ao povo de Deus e o compromisso com a missão evangelizadora.

Ao término da celebração, após a oração final, foram realizadas as saudações oficiais de boas-vindas por representantes do clero, das autoridades presentes e da comunidade fiel.

A cerimônia foi encerrada com a bênção solene dada por Dom Gabriel Torres , que dirigiu palavras de profunda gratidão a todos os presentes e ao Senhor pela missão a ele confiada.

Nada mais havendo, a presente ata foi redigida para registro, sendo assinada por mim, pelo Excelentíssimo e Reverendíssimo Bispo Diocesano e pelos demais presentes, para que produza seus efeitos e seja devidamente arquivada nos registros oficiais da Diocese de Itaguaí.

Itaguaí, 10 de Agosto de 2025.

RITOS FINAIS

BÊNÇÃO FINAL

Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

Em seguida, faz-se a despedida. O arcebispo, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Bispo: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou, na falta dele, o próprio arcebispo, pode fazer o convite com estas ou outras palavras:
℣.: Inclinai-vos para receber a bênção.

Bispo: O Senhor esteja convosco.
Todos respondem:
℟.: Ele está no meio de nós.

O celebrante diz:
Bispo: Bendito seja o nome do Senhor.
Todos respondem:
℟.: Agora e para sempre.

O celebrante diz:
Bispo: Nossa proteção está no nome do Senhor.
Todos respondem:
℟.: Que fez o céu e a terra.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: Pela intercessão dos santos Apóstolos São Pedro e São Paulo, abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo.
Ass: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
℣.: Ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
℟.: Graças a Deus!

Então o bispo e os demais concelebrantes beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

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