Amados irmãos e irmãs em Cristo,
povo santo e querido de Deus,
presbíteros, diáconos, religiosos e religiosas,
autoridades civis e militares,
e todos os fiéis desta amada Diocese de Itaguaí:
Hoje é um dia de profunda emoção e de imensa graça. Reunimo-nos nesta Santa Eucaristia para celebrar não apenas um rito canônico, mas um verdadeiro mistério de comunhão e de amor pastoral: a minha posse como Bispo Diocesano desta Igreja particular de Itaguaí.
Ao entrar nesta Catedral e, diante de todos vós, assumir a cátedra episcopal, declaro com fé e humildade: sou, a partir de hoje, pastor desta Diocese de Itaguaí.
Sou vosso servo em Cristo, chamado a apascentar, em nome do Bom Pastor, o rebanho que o Senhor me confiou.
Antes de tudo, meu coração se eleva em gratidão.
Agradeço a Deus, fonte de toda vocação e de toda missão, por ter-me escolhido, apesar das minhas limitações, para este ministério.
Agradeço ao Santo Padre, o Papa, pela confiança depositada em mim, enviando-me a esta porção do povo de Deus que é a Diocese de Itaguaí.
Agradeço, com sincero afeto, aos irmãos bispos, ao presbitério diocesano, aos diáconos, às religiosas e religiosos, aos leigos e leigas que mantêm viva a chama da fé nas comunidades, nas paróquias, nas pastorais e movimentos.
Obrigado, povo de Itaguaí, por me acolher com amor, com orações e com a ternura própria de quem reconhece no bispo um pai, um irmão e um pastor.
Hoje, quero dizer de coração aberto: esta é a minha casa, este é o meu rebanho, este é o povo que o Senhor me confia.
Ser bispo não é uma honra, é uma cruz;
não é um privilégio, é um serviço;
não é um trono, é um altar.
Ao colocar sobre os meus ombros o báculo episcopal, sinto o peso suave do Evangelho e a responsabilidade de conduzir, com firmeza e ternura, o povo de Deus no caminho da fé.
Por isso, repito com as palavras de Jesus a Pedro:
“Apascenta as minhas ovelhas” (Jo 21,17).
E é com esse mesmo mandato que me comprometo a servir esta Diocese com fidelidade, zelo pastoral e amor incondicional.
O tempo em que vivemos exige pastores com o coração em chamas pelo Evangelho.
O mundo de hoje, tão marcado por indiferença, violência e desânimo, precisa de testemunhas da esperança e da caridade.
Por isso, reafirmo diante de vós o meu compromisso com a missão evangelizadora.
Evangelizar será a prioridade de meu episcopado:
- Evangelizar com alegria, como pediu o Papa Francisco;
- Evangelizar com coragem, como fizeram os apóstolos;
- Evangelizar com misericórdia, como fez o próprio Cristo.
Quero caminhar com o povo simples das comunidades, ouvir o clamor dos pobres, visitar as famílias, dialogar com os jovens, cuidar dos enfermos e animar os que se sentem distantes.
A Igreja de Itaguaí deve ser uma Igreja de portas abertas, samaritana, missionária e cheia de esperança.
Queridos irmãos, a missão que agora começo não é apenas minha — é nossa.
Nenhum bispo caminha sozinho.
Com os padres, formamos um único corpo presbiteral;
com os religiosos e religiosas, uma vida consagrada à santidade;
com os leigos, um exército de fé que transforma o mundo pelo amor.
Desejo, de todo coração, promover a comunhão e a sinodalidade, escutando a todos, discernindo com sabedoria e servindo com humildade.
Que cada um, em sua vocação, se sinta parte viva desta Igreja particular.
Entrego este novo tempo de minha vida e da vida diocesana aos cuidados de Nossa Senhora Aparecida, Mãe e Rainha do Brasil, e peço sua intercessão maternal para que eu seja um pastor segundo o Coração de seu Filho.
Peço também o auxílio de São Francisco Xavier, padroeiro das missões, e de São Miguel Arcanjo, guardião desta Diocese, para que nos defendam e nos inspirem no caminho da fé.
Povo de Deus de Itaguaí,
recebei-me como vosso bispo, vosso pai e vosso irmão.
Prometo amar-vos, servir-vos e dar a minha vida por vós, se necessário for.
E juntos, com o olhar fixo em Cristo, diremos:
“Eis o tempo da graça, eis o tempo da missão!”
Amém.
PROFISSÃO DE FÉ
(Símbolo Apostólico)
Diz-se a Profissão de fé.
Bispo: Professemos a nossa fé.
℟.: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor,
Às palavras seguintes até da Virgem Maria, todos se inclinam.
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado. Desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus; está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja católica; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição da carne; na vida eterna. Amém.
ORAÇÃO DOS FIÉIS
Bispo: Irmãs e irmãos caríssimos: Bendigamos a Deus, que nos enviou a grande bênção prometida a nossos pais e, por intercessão de Santo Antônio, peçamos, com alegria:
℟.: Senhor, fazei-nos imitadores do Vosso Bom Pastor.
1. Pelo nosso bispo, o Dom Luís que toma posse do seu ofício, para que Deus o proteja e sustente, rezemos ao Senhor.
2. Pelo Papa Leão XIV, pelos bispos e presbíteros, para que Deus, que os chamou e os escolheu, lhes dê a graça de serem sempre bons pastores, rezemos ao Senhor.
3. Pelos fiéis cristãos do mundo inteiro, para que reconheçam na Virgem Maria o sinal prometido por Deus aos nossos primeiros pais, rezemos ao Senhor.
4. Pelos que cederam à tentação do Inimigo e por todos os que vivem em pecado, para que se arrependam e recebam o perdão, rezemos ao Senhor.
Bispo: Senhor, nosso Deus e nosso Pai, que convocastes e reunistes estes vossos filhos para celebrarem os louvores da Virgem Imaculada, fazei que, olhando para Ela, aprendam a imitá-l’A e a progredir na santidade. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.
OFERTÓRIO
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.
O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio
Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio
E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio.
CONVITE À ORAÇÃO
Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o sacrifício da Igreja, nesta pausa restauradora na caminhada rumo ao céu, seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas:
Pres.: Acolhei, Senhor, nós vos pedimos, o sacrifício que instituístes; e pelos sagrados mistérios que celebramos em vossa honra dignai-vos completar a santificação daqueles que salvastes. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.
PREFÁCIO
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
℣.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
℣.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
℣.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Pela unção do Espírito Santo, constituístes vosso Filho Unigênito Pontífice da nova e eterna aliança, e estabelecestes em vosso inefável desígnio que muitos ministérios fossem exercidos na Igreja. Por isso, vosso Filho, Jesus Cristo; não somente enriquece a Igreja com um sacerdócio real, mas, também, com bondade fraterna, escolhe homens que, pela imposição das mãos, participem do seu ministério sagrado. Em nome de Cristo, precedem o povo na caridade, alimentam-no com a Palavra e o restauram com os sacramentos. Dando a vida por vós e pela salvação dos irmãos, procurem assemelhar-se à imagem do próprio Cristo e testemunhem, constantes, diante de vós, a fé e o amor. Por isso, Senhor, com os anjos e todos os santos, vos exaltamos, cantando (dizendo) jubilosos a uma só voz:
SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR, DEUS DO UNIVERSO;
SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR, DEUS DO UNIVERSO
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA A VOSSA GLÓRIA
HOSANA NAS ALTURAS!
BENTIDO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR
HOSANA DAS ALTURAS
SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR, DEUS DO UNIVERSO;
SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR, DEUS DO UNIVERSO
ORAÇÃO EUCARÍSTICA III
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.
O sacerdote une as mãos e as estende sobre as oferendas dizendo:
Pres.: Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e + o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo
Une as mãos
que nos mandou celebrar estes mistérios.
℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!
Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
Pres.: Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.
Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo.
℟.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
Pres.: Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
℟.: O Espírito nos una num só corpo!
1C: Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, (Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos, que não cessam de interceder phor nós na vossa presença.
℟.: Fazei de nós uma perfeita oferenda!
2C: Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa Leão e o nosso Bispo Luís, com os bispos do mundo inteiro, e os presbíteros e os diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido. Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
Une as mãos
por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.
Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
O povo aclama:
℟.: Amém.
RITO DA COMUNHÃO
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Amém.
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
FRACÇÃO DO PÃO
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
Cordeiro...
Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Somos continuamente entregues à morte,
por causa de Jesus, para que a vida de Jesus seja manifestada em nossa natureza mortal. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, faça se a oração de comunhão espiritual antes e logo em seguida inicia-se o canto da Comunhão.
ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL
Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!
COMUNHÃO
Inicia-se então o canto da comunhão.
ANTÍFONA DA COMUNHÃO
(Cf. Sl 15, 11)
Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
℣.: Junto de vós, Senhor, está a fonte da vida, e em vossa luz veremos a luz.
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Pres.: O Senhor te cobrirá com sua sombra, sob suas asas encontrarás abrigo.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
ORAÇÃO PÓS COMUNHÃO
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.
Concedei-nos, Deus todo-poderoso, que inebriados e saciados pelo sacramento que recebemos, sejamos transformados naquele que comungamos. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
℟.: Amém.
LEITURA DA ATA DA POSSE
Após a Oração depois da comunhão, o Chanceler do bispado, ou um outro presbítero designado, lê a Ata da Posse.
Aos onze dia do mês de Outubro do ano Santo e Jubilar de dois mil e vinte e cinco, na Catedral Diocesana de São Francisco Xavier, situada na cidade de Itaguaí, Rio de Janeiro, realizou-se a Solene Concelebração Eucarística de Posse Canônica do Excelentíssimo e Reverendíssimo Dom Luís Santos Lorscheider como Bispo Diocesano desta Sé Episcopal de Itaguaí, nomeado pelo Administrador Apostólico, Cardeal dos Santos, conforme Decreto Apostólico datado de 02 de Setembro de 2025.
A cerimônia contou com a presença do Senhor Eminentíssimo, Arcebispo Metropolitano da Arquidiocese Metropolitana de Santa Cruz, Cardeal Luan Souza dos Santos que foi o bispo empossante, além de outros bispos, membros do clero diocesano, visitantes ilustres e uma expressiva participação dos fiéis.
O rito teve início às Treze horas e , no horário de Brasília, com a entrada solene do novo bispo, acompanhado pelo Sr. Cardeal dos Santos que foi o Bispo empossante. Dom Luís foi recebido de forma solene pelo clero da Sé Episcopal de Itaguaí e adentrou a igreja-catedral aspergindo o povo com água benta, em sinal de bênção e renovação.
A Solene Concelebração Eucarística iniciou-se com a saudação litúrgica e foi seguida pela apresentação e leitura da Bula de Nomeação, que oficializou a designação de Dom Luís Santos Lorscheider como Bispo Diocesano de Itaguaí. Em seguida, ele foi conduzido à Cátedra Episcopal, símbolo de sua autoridade como pastor e mestre da fé, sendo entronizado de forma oficial.
Após a entronização, Dom Luís foi saudado pelos bispos presentes, pelo clero diocesano e pelos fiéis reunidos, marcando o início de seu pastoreio.
A Santa Missa seguiu com Dom Luís presidindo a Santíssima Eucaristia. Durante a celebração, ele proferiu sua primeira homilia como pastor da Diocese de Itaguaí, destacando sua gratidão ao povo de Deus e o compromisso com a missão evangelizadora.
Ao término da celebração, após a oração final, foram realizadas as saudações oficiais de boas-vindas por representantes do clero, das autoridades presentes e da comunidade fiel.
A cerimônia foi encerrada com a bênção solene dada por Dom Murilo Mota, que dirigiu palavras de profunda gratidão a todos os presentes e ao Senhor pela missão a ele confiada.
Nada mais havendo, a presente ata foi redigida para registro, sendo assinada por mim, pelo Excelentíssimo e Reverendíssimo Bispo Diocesano e pelos demais presentes, para que produza seus efeitos e seja devidamente arquivada nos registros oficiais da Diocese de Itaguaí.
Itaguaí, 11 de Setembro de 2025.
RITOS FINAIS
BÊNÇÃO FINAL
Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
Em seguida, faz-se a despedida. O arcebispo, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Bispo: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou, na falta dele, o próprio arcebispo, pode fazer o convite com estas ou outras palavras:
℣.: Inclinai-vos para receber a bênção.
Bispo: O Senhor esteja convosco.
Todos respondem:
℟.: Ele está no meio de nós.
O celebrante diz:
Bispo: Bendito seja o nome do Senhor.
Todos respondem:
℟.: Agora e para sempre.
O celebrante diz:
Bispo: Nossa proteção está no nome do Senhor.
Todos respondem:
℟.: Que fez o céu e a terra.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: Pela intercessão dos santos Apóstolos São Pedro e São Paulo, abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo.
Ass: Amém.
Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
℣.: Ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
℟.: Graças a Deus!
Então o bispo e os demais concelebrantes beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.
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